Podemos perguntar: Mas por que o missionário deve ser alvo de cuidados especiais? Ele não é uma pessoa chamada por Deus, sustentada e capacitada por Deus?
É, mas continua sendo um ser simplesmente humano, não mais nem menos forte que os outros cristãos. E vive situações muito mais desafiadoras e difíceis. E vive essas situações sem todos os grupos de apoio que teria em casa: a família, a igreja, os amigos, etc.
O missionário deixa tudo que lhe é familiar para integrar-se em culturas estranhas, onde não sabe falar, não sabe como se comportar, não entende a maneira do povo pensar, não entende os hábitos religiosos do povo.
Só esse desafio de integrar-se, de encarnar-se numa cultura, língua e contexto estranho, respeitando e amando pessoas tão diferentes já causa um desgaste emocional e psíquico muito grande.








